Por anda meu anjo da guarda?

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“Diante do espelho tento entender a complexidade humana, mas de repente, me vejo fantasiado de palhaço…”

Três, quatro horas da manhã, a insônia toma de assalto meu quarto

Folheio livros, escrevo frases soltas, não sei o que faço

Diante do espelho, tento entender a complexidade humana

E de repente me vejo fantasiado de palhaço

 

Da asfixia da alma, ressurge um pântano de dúvidas,

Ignoro, logo não sofro… Mas que triste e amarga ilusão

Se você tem medo do lobo não vai à floresta

Minha única e fiel amiga sempre foi a solidão

 

Eles querem tomar o poder, o golpe é iminente

E eu só quero voltar para casa com a cabeça leve

Mas não consigo tirar esse peso do coração

A certeza de algo errado é algo que chega breve

 

Fantasmas do passado me perseguem dia e noite

Ter sentimentos negligenciados machuca alma

Maldade desprezar quem tem tanto pra dar

E ela que é a única coisa que me acalma…

 

Tem dias que levanto e sinto-me pequeno.

Tem dias que levanto e sinto-me invisível.

Seria bom mesmo não existir

Onde está meu anjo da guarda invencível?

* Este texto foi escrito ao som de: Parachutes (Coldplay – 2000)

Parachutes

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