Guerra nas estrelas – O despertar da força (2015)

Stars Wars - Harrison Ford

O filme tem um roteiro insosso, mas vale só pra ver o Han Solo de novo em cena, digo Harrison Ford

A verdade verdadeira é que eu e minha sobrinha de cinco anos pulamos e gritamos de alegria no cinema, quando o Han Solo apareceu nas telonas do sétimo filme da série intergaláctica criada há quase 40 anos por George Lucas. E mesmo que o filme não seja lá grande coisa – e não é -, valeu só pelo doce deleite de ver o Harrison Ford novamente em cena interpretado o herói mercenário que marcou gerações. O Harrison Ford, a Carrier Fisher (como a princesa Léia) e o Mark Hamill (como o Luke Skywalker). Os três juntos novamente.

Impressionante o poder e encantamento que essa aventura tem sobre as pessoas passados milhares de anos e a explicação está na magia de um enredo mirabolante e personagens carismáticos que vão além da fantasia. Há quatro décadas que eles agora fazem parte de nossa vida. E para sempre.

Nessa nova aventura dirigida por J.J. Abrams, Han Solo ajuda uma jovem guerreira, que sobrevive catando lixo no deserto, a descobrir o paradeiro de seus pais. Há a entender na trama que Luke Skywalker, agora auto exilado num planeta distante, seja o seu pai. Se for, só saberemos disso com um novo filme da série.

Enquanto isso, ela vai ajudar os rebeldes a enfrentar a nova força do mal que tem como protagonista um jovem ambicioso, cujo passado e presente, vai pegar o espectador de surpresa. Aguarde. Norteado pela força sombria do mal, o novo vilão quer dominar todo o universo, mas para isso terá que vencer a resistência do bem que o circunda.

Não há como não se deixar contagiar pelos voos frenéticos de espaçonaves modernas cruzando, incessantemente, o característico e asséptico espaço sideral de Guerra nas estrelas. Ou ainda os marcantes e maniqueístas duelos de sabre entre o bem e o mal em cena, mas a bem da verdade é que o roteiro da nova aventura de uma das franquias mais famosas do planeta é um tanto chocho com suas piadas de seriados de tevê.

Para um fã conservador como eu, o que vale mesmo no filme são os eletrizantes efeitos especiais e a bem produzida direção de arte que até hoje é uma referência em produções do gênero.

* Este texto foi escrito ao som de: Unknown pleasures (Joy Division – 1977)

Unknow pleasures

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