Musas do cinema – Kim Basinger

A bela atriz no auge da transição entre top model e musa em Hollywood...

A bela atriz no auge da transição entre top model e musa em Hollywood…

O que a bela atriz Kim Basinger e o grupo R.E.M. têm em comum? Todos são da mesma cidade, Athens, Georgia. E, ah, sim, eles começaram a fazer sucesso na mesma época, ou seja, no começo dos anos 80. Michael Stipe e companhia como um das mais criativas bandas independentes da cena norte-americana. A estonteante Kim como uma das mais belas mulheres do cinema, com seus exuberantes traços que é uma mistura de descendência alemã, irlandesa, sueca e sangue indígena, da etnia Cherokee.

Bem, ela me enfeitiçou e toda uma geração de adolescentes cheios de espinhas em cenas tórridas de sexo com o sortudo do Mickey Rourke em, 9 1/2 semanas de amor. Mas antes disso foi bond girl ao lado de Sean Connery em 007 – Nunca diga nunca outra vez, isso quando cansou de ver o seu rosto em capas de várias revistas de moda nos anos 70 e foi tentar a sorte como atriz em Hollywood. A carreira de modelo começou aos 16 anos e aos 20 já ganhava o suficiente para ser dona do próprio nariz.

Após um casamento malfadado com o ator Alec Baldwin – com quem teve uma filha -, e uma tentativa de parceria bisonha com o mago dos quadrinhos Maurício de Sousa, num projeto megalomaníaco, finalmente teve reconhecimento com o Oscar de Atriz Coadjuvante no ótimo, Los Angeles – Cidade proibida.

No auge dos seus 61 anos a charmosa atriz ainda continua bela e elegante. Assim como uma boa bebida, a deliciosa Kim Basinger tem envelhecido bem. Sorte nossa.


ProvocaçãoTop five – Kim Basinger

Provocação (2004) – No filme de Tod Williams a bela atriz é uma mulher madura cheia de sex appeal que passou por um momento trágico em sua vida pessoal e que agora se encontra assediada por um jovem aspirante a escritor cheio de desejo e más intenções.

Los Angeles – A cidade proibida (1997) – O papel de femme fatale sensual retro lhe rendeu um merecido Oscar de Atriz Coadjuvante.

9 1/2 Semanas de Amor – O diretor Adrian Lyne não inventou a fórmula, mas deu mais intensidade aos jogos sexuais e sensuais entre dois casais flamejantes de tesão nesse filme que explora ao máximo a beleza da atriz. Esqueça aquela bobagem de que o título do filme é uma homenagem ao clássico filme do mestre Fellini.

007 – Nunca mais outra vez (1983) – A fita, que marca o regresso do eterno James Bond Sean Connery, ao cenário de espionagem, foi também responsável por catapultar a carreira da jovem modelo à atriz, aqui na pele da apimentada bond girl, Domino.

Batman (1989) – Há quem diga, maldosamente, que o melhor do filme é não Jack Nicholson, como o vilão Coringa, mas a bela Kim Basinger como a jornalista gostosa que chega à Gothan City para entrevistar Bruce Wayne/Batman.

* Este texto foi escrito ao som de: Closer (Joy Division – 1980)

Closer

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