Musas do cinema – Nicole Kidman

A atriz mostrou que era muito mais do que seus belos olhos azuis em

A atriz mostrou que era muito mais do que seus belos olhos azuis em “Dogville”

Todas às vezes que olho para os lábios flamejantes da Nicole Kidman me lembro daquela música do Duran Duran que fala sobre “sorriso de sorvete de cereja”. Lembra? Se não lembra melhor para mim porque fico com essa gostosura de imagem cheia de charme só para mim. Australiana nascida no Havaí, a atriz loura de belos olhos azuis que me faz lembrar a Grace Kelly, começou a carreira artística cedo, aos quatro anos de idade dançando balé e depois fazendo teatro. Também emprestou seu talento para a televisão local, mas foi no cinema norte-americano que sua carreira começou a despontar no final dos anos 80.

Contudo, ela só foi entrar em minha vida de verdade mesmo como a estonteante mulher de Tom Cruise, já na década de 90. Para cimentar de vez minha paixão por ela, sua vulcânica aparição no último trabalho do mestre Stanley Kubrick, o impactante De olhos bem fechados (Eyes wide shut, 2003). No filme tem uma cena que é sundae puro. É quando ela troca de roupa despretensiosamente deixando à mostra seu belo e branco corpo à mostra.

Mas engana-se quem pensa que a atriz se resume apenas à sua beleza.

Top five – Nicole KidmanOs outros

Dogville (2003) – Uma prova de que a atriz é muito mais do que seus lindos olhos azuis e não está nem aí para isso, valorizando mais o talento e o trabalho do que é a beleza, está nessa brilhante atuação brechtiana. O próprio diretor tirânico Lars von Trier foi o primeiro a fazer mesuras à diva.

As horas (The hours, 2002) – Para encarnar a escritora Virginia Woolf a atriz deixou-se se “enfeiar”, aparecendo em cena com um enorme nariz postiço. Não funcionou muito bem não, mas quem é rainha nunca perde a majestade. A atuação lhe rendeu o Oscar de Melhor Atriz. O prêmio que ela deveria ter ganhado por Dogville.

Cold mountain (2003) – Subestimado pela crítica pela sua pegada melosa, o filme tem ponto alto, claro, no romance épico entre os personagens de Jude Law e Nicole Kidman, que deixa extravasar aqui toda sua beleza clássica.

Os Outros (The others, 2001) – Outro filme em que a atriz aparece com o nome Grace (o outro seria Dogville), mas uma vez ela segura a trama com sua cativante e altiva beleza clássica. Um sorvete de cereja humano.

De olhos bem fechados (Eyes wide shut, 1999) – O protagonista pode ser Tom Cruise, mas quem rouba a atenção é Nicole Kidman. Falei da cena do vestido, mas logo na abertura ela esbanja sensualidade e charme ao se desvencilhar de cantada vagabunda de um grã-fino numa festa suntuosa em que, maliciosamente, mostra como tem vocação para esposa infiel.

* Este texto foi escrito ao som de: Soundtrack Coldmountain (2003)

Cold mountain

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