A Bela Adormecida (1959)

Só o beijo de um amor verdadeiro poderá salvá-la do sono eterno...

Só o beijo de um amor verdadeiro poderá salvá-la do sono eterno…

Adoro filmes que começam como… “Era uma vez”… Portanto, adoro fábulas, e uma que eu nunca tinha assistido era o clássico da Disney, A Bela Adormecida, que vi outro dia com minha sobrinha de quatro anos. A gente só conhecia essa trama dos livros de contos de fadas, mas o filme mesmo nós nunca tínhamos assistido. Ela, claro, adorou. Me too! Tanto que assistimos duas vezes no mesmo dia. E olha que são 90 minutos de filme.

Lançado em 1959 por Walt Disney, a história, baseada em conto secular do francês Charles Perrault (1628 – 1703), narra a trajetória da pequena princesa Aurora, amaldiçoada a viver o sono da eternidade pela invejosa fada do mal, Malévola. Isso acontece quando ela espeta o dedo numa roca de fiar.

Para evitar que essa tragédia aconteça, estarrecidos, o rei Estevão e sua rainha Léia decidem que a filha vá viver no bosque escondida e sob identidade secreta, com suas três fadas-madrinhas, as descoladas Primavera, Flora e Fauna, para mim, uma versão feminina dos três Reis Magos.

A bela adormecida 3O tempo passa e como uma flor ao desabrochar na primavera, Aurora completa 16 anos de idade com graça e beleza, trazendo no rosto, traços singelos e lindos lábios rubros como uma rosa. Quando é levada de volta ao reino por suas protetoras, acaba caindo nas garras da malvada vilã, que se faz cumprir a profecia. “Pela primeira vez em 16 anos vou poder, finalmente, dormir tranqüila”, diz Malévola, após realizar seu tão esperado feito.

Cabe ao apaixonado e corajoso príncipe Felipe salvar sua amada que ele conheceu como uma camponesa, na floresta. Protegido pelo escudo da virtude e a espada da verdade, ele triunfará sob o mal, trazendo de volta do sono eterno o amor de sua vida. Para isso, basta coroá-la com o beijo de um amor verdadeiro.

Décimo sexto filme da Disney, a fábula A Bela Adormecida mistura, num mesmo enredo, aventura, magia e romance para contar a história de amor entre dois herdeiros do trono de um reino encantado. Recentemente a trama ganhou uma livre adaptação, tendo como protagonista a bela fada do mal, Malévola, vivida nas telas pela charmosa Angelina Jolie.

Alguns podem discordar, terminantemente, mas acho todas as bruxas da Disney lindas de morrer. Malévola, por exemplo, amparada por inebriante aura verde esmeralda, é charme puro em sua personificação do mal. Quer, dizer, até se transformar em um horrendo dragão cuspidor de fogo.

Bem, meu irmão costuma reclamar que odeia filmes em que os personagens começam a cantar no meio da trama, do nada, mas é justamente esse fator um dos elementos encantadores dos filmes da Disney e dos clássicos musicais de Hollywood. E além de canções escritas especialmente para a animação de 1959, A Bela Adormecida contou com canções adaptadas do balé, The Sleeping Beauty, do russo Illitch Tchaikovsky. Mais chique impossível.

* Este texto foi escrito ao som de: Mellon Collie and The Infinite Sadness (The Smashing Pumpkins – 1995)

Mellon Collie

Anúncios

Deixe um comentário

Preencha os seus dados abaixo ou clique em um ícone para log in:

Logotipo do WordPress.com

Você está comentando utilizando sua conta WordPress.com. Sair / Alterar )

Imagem do Twitter

Você está comentando utilizando sua conta Twitter. Sair / Alterar )

Foto do Facebook

Você está comentando utilizando sua conta Facebook. Sair / Alterar )

Foto do Google+

Você está comentando utilizando sua conta Google+. Sair / Alterar )

Conectando a %s