Seriados: Do tempo que eu tinha tempo

Não perdi os 120 capítulos desse seriado, mesmo depois de repetidos: Santa Idolatria

Não perdi os 120 capítulos desse seriado, mesmo depois de repetidos: Santa Idolatria

Outro dia me perguntaram se eu era ligado em seriados de tevê. Acho que não. Na verdade, depois da pergunta fiquei na dúvida com relação se gostava de séries ou seriados. Não sei muito bem qualé a diferença entre os dois, não. Então perguntei a um amigo sobre o assunto. Mas como ele estava bem ocupado à beira-mar na Bahia, deixei para lá. Daí fiquei com preguiça de acessar o Google, então optei pelo famoso “achômetro”. Ou seja, tenho cá para mim que “série” deve ser quando é de curta temporada, tipo Anos rebeldes. Seriado tem uma duração maior. Eu acho.

Sendo assim, confesso que não ando muito ligado em séries, nem em seriados e por um motivo muito simples. Falta de tempo. Não digo com relação às séries, mas aos seriados, que demanda certo acompanhamento regular, por isso fiz uma seleção e optei pela reprise da novela Água viva no Canal viva e estou adorando. Ontem mesmo Pete Tosh deu uma palinha na casa da Stella Fraga Simpson (Tônia Carrero) e foi show. Pela palinha dele e também pela troca de sopapos entre os personagens de Fábio Jr. e Kadu Moliterno.

Bem que tentei acompanhar Madmen ou Sessão de Terapia. O primeiro pela HBO. O segundo pela GNT, mas não consegui. Mas me lembrei dos seriados do meu tempo de adolescência, quando eu tinha tempo de sobra e não perdia um. Segue abaixo uma relação dos meus preferidos. Como aquele personagem dos Voyagers, como eu queria voltar no tempo e assistir tudo de novo.Super Máquina

A Super Máquina – Lá fora se chamava Knight Rider, aqui virou A super Máquina já que um dos personagens do seriado era o lustroso Pontiac Trans Am. E eu assistia muito por causa do carango máquina quente, mais ainda por conta da carretona que acompanhava Michael Knight (David Hasselhoff). Tanto que eu e meu irmão gêmeo ganhamos uma de brinquedo, movida a fricção igual, só que em miniatura.

Voyagers! – Esse era sensacional porque trazia como premissa uma coisa que acho que todo mundo queria fazer alguma vez na vida, que é viajar no tempo. O cara acionava uma seta numa bússola bem sofisticada e de repente eles viajavam no passado, ajudando a história a voltar ao seu curso normal. O personagem central era vivido por Jon-Erik Hexum – um ator mediadno – e seu chamava Phineas Bogg, uma homenagem ao famoso personagem de Júlio Verne em, A volta ao mundo em oitenta dias. Massa eram os figurinos e reconstituição de época.

Batman – Talvez esse aqui seja o melhor de todos. Não perdi nenhum dos 120 capítulos, mesmo quando eles foram exibidos de novo zilhões de vezes. O seriado surgiu em 1966 e ficou no ar até 1968. Adam West era vivido por Adam West e quem dava vida ao Robin era Burt Ward. Mas sensacionais mesmo era os vilões, vividos por grandes atores da época. O Pinguim quem fazia era Burgess Meredith, o treinador baixinho do Rocky Balboa. Cesar Romero dava vida ao espalhafatoso Curinga e junto com Jack Nicholson foi quem encarnou melhor essa persona do mal. Já Vincent Price era o Cabeça de ovo. Só por curiosidade. Ao longo dos 120 episódios Robin fala 347 diferentes “Santa alguma coisa”.

* Este texto foi escrito ao som de: Foo Fighters – Greatest Hits (2009)

Foo Fighters

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